janeiro 2016

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Farofa de banana da terra

Por kinadofeijao em 31 de janeiro de 2016 , Nenhum Comentário

Ingredientes

3 bananas da terra médias
2 cenouras médias
1/2 lata de milho verde
4 gomos de linguiça de pernil
200 g de bacon
1 cebola média
farinha de mandioca (branca ou amarela)
sal (se necessário porque o bacon já tem sal)

Modo de Preparo

Descasque as bananas da terra, corte em cubos e reserve
Em um recipiente tire as linguiças do envolucro e com as mãos deixe-as bem separadas e reserve
Corte o bacon em cubos e reserve
Rale a cebola em um ralo grosso e reserve
Rale também as cenouras no mesmo ralo e reserve
Em uma panela coloque um pouco de óleo deixe esquentar bem e coloque o bacon para fritar, quando estiver quase no ponto misture a linguiça e vai mexendo até fritar bem
Enquanto isso pode ser numa frigideira que não seja tão rasa
coloque umas duas xícaras de óleo deixe esquentar bem e frite metade da banana da terra até dourar, com uma escumadeira já passe pra mesma panela que está a linguiça e o bacon, termine de fritar a outra metade da banana e despeje na panela que deve estar com o fogo baixo
Acrescente a cebola, deixe fritar um pouco, a cenoura e o milho e mexa bem e, aos poucos, coloque a farinha de mandioca, mexendo bem
Por último o sal
Bom apatite
Essa receita quando faço não sobra nada, fica muito boa, molhadinha, a banana da terra dá um gosto especial
Sirva em uma travesa bem bonita ou enfeite seu assado com ela

Fonte: http://www.tudogostoso.com.br/receita/145526-farofa-de-banana-da-terra.html

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Veja quais são os principais erros na hora de fazer churrasco

Por kinadofeijao em 21 de janeiro de 2016 , Nenhum Comentário

Churrasco no fim de semana. Carvão em brasa, espetos a postos e sal grosso na picanha. Mas, ao fatiar e provar a carne, vem a sensação de que ela não está igual àquela da churrascaria.
Para quem já presenciou essa cena (e, saiba, você não está sozinho), Tatiana Bassi, sócia do Templo da Carne, dá dicas importantes para evitar erros comuns na hora de comandar a diversão dos amigos. Para botar a mão na massa (veja álbum abaixo), ela contou com a ajuda de Joaquim Alves dos Santos, churrasqueiro da casa.
E, além das indicações das imagens acima, confira mais dez conselhos para fazer bonito em frente aos convidados.

Compre as carnes em um açougue de confiança. Uma picanha, por exemplo, dificilmente possui mais de 1,1 kg. Se a peça vendida é mais pesada do que isso, provavelmente traz uma parte de coxão duro.

Não exagere no sal. Se puder, use sal grosso em pedras maiores para pedaços grandes e sal grosso em pedacinhos menores para peças menores. Você pode moê-lo no liquidificador, por exemplo. Dica: em um prato, coloque um punhado de sal e acomode a carne, jogando mais um punhado de sal sobre ela. Deixe-a próxima ao calor da brasa por uns quatro minutos. Antes de grelhá-la ou assá-la, elimine o excesso com as mãos.

Segundo Tatiana, o mais recomendado é usar uma churrasqueira de alvenaria, com lados, fundo e parte inferior fechados, o que ajuda a armazenar o calor e produzir um churrasco de qualidade.

Grelhar ou assar? Se ficar a 15 cm da brasa, a carne será selada ou grelhada. Essa é altura ideal para peças menores. Para assar, Tatiana recomenda as alturas de 40 cm (para pedaços médios) e 60 cm (grandes).

Os convidados chegaram? Comece assando a costela suína, acomodando-a a 40 cm da brasa e no fundo da grelha, onde o calor é mais intenso. Essa também a hora das assar as linguiças (na mesma altura mencionada). Atenção: nunca fure-as com um garfo, pois elas perderão líquido e, consequentemente, ficarão secas, sem suculência.

Vire as carnes apenas uma vez. Espere que o sangue comece a aparecer em maior quantidade na parte superior e, então, inverta o lado com a ajuda de um pegador. Evite furar a peça.

Para T-bones, coloque-os com a parte do contrafilé (a menos macia) voltada para o fundo.

Gosta de filé mignon? Ele é bom, sim, para churrascos, mas precisa de um cuidado diferenciado. Essa carne, mais sensível, precisa de um calor forte. Coloque a mão a 15 cm da brasa e tente contar até quatro. Essa é a intensidade recomendada para esse corte (para todos os outros tipos de carne, o ideal é fazer o mesmo procedimento, mas a contagem deve ser até cinco).

Não tente fazer um corte alto bem passado. Para essa finalidade, prefira cortes finos.

Churrasqueira não é lixo! Nunca jogue resto de comida, palito de dente ou bituca de cigarro junto ao carvão.

Fonte: http://comidasebebidas.uol.com.br/noticias/redacao/2014/01/17/veja-quais-sao-os-principais-erros-na-hora-de-fazer-churrasco.htm

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Couve refogada na manteiga

Por kinadofeijao em 13 de janeiro de 2016 , Nenhum Comentário

Ingredientes

1 maço de couve manteiga
2 colheres (sopa) de manteiga
2-3 dentes de alho picados
Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo

Preparo:15mins › Pronto em:15mins
Lave a couve, retire os talos, enrole as folhas bem apetadas e corte em tiras finas. Reserve.
Derreta a manteiga e refogue o alho por 30 segundos. Adicione a couve e vá refogando até começar a murchar. Tempere com sal e pimenta a gosto para servir.

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História e origem da Feijoada

Por kinadofeijao em 4 de janeiro de 2016 , Nenhum Comentário

Na gastronomia é muito comum incertezas em relação a origens de produtos, pratos e técnicas. Pratos com história incerta, confusa, misturada e errada é o que mais se encontra, na maioria das vezes, por causa da propagação de lendas e mitos. A feijoada é um exemplo ideal para o que estamos nos referindo.
Conhecida erroneamente como um prato do Brasil, e presente semanalmente na mesa do brasileiro, a Feijoada é sem duvidas alguma o prato mais famoso que se come no por aqui. Por possuirmos uma culinária bastante regionalizada, existem algumas variações de feijoada dentro do próprio Brasil.
O que todo mundo sabe, mas não está certo, é de que a feijoada foi criada dentro das senzalas dos escravos, com os restos de carnes que sobravam dos nobres portugueses. Essas partes consideradas menos nobres do porco, como o rabo, a orelha, a língua e o pé, são e sempre foram na verdade nobres para os Europeus, excluindo qualquer hipótese de ser dada para os escravos se alimentarem. Diversos registros históricos já comprovaram que o escravo se alimentava apenas de farinha e água, e dificilmente tinha acesso à carne.
Existe na Europa desde a antiguidade, um prato que varia de região em região, mas têm sempre como base a mistura de tipos diferentes de carne, com legumes e verduras, como por exemplo, o “Cassoulet” na França, o tradicional cozido em Portugal, o “Casoeula” na Itália, e o “Puchero” na Espanha. São os portugueses os responsáveis por trazer ao Brasil, a técnica e a combinação do cozido com carnes, que com o passar do tempo, e evolução dos costumes, foi acrescentado o feijão preto, criando assim a Feijoada.
O Feijão preto é de origem sul-americana, e era parte da dieta dos índios nativos. Antes da chegada dos portugueses ao Brasil, já se conhecia na Europa diversas variedades de feijão, e era comum usar no preparo desses pratos, como o uso do feijão branco no “Cassoulet”. Portanto, a feijoada não é originalmente brasileira, e sim uma adaptação e evolução de uma cultura de berço europeu. Os acompanhamentos como: arroz, farofa, couve, laranja, torresmo e etc., foram acrescentados ao prato bem mais tarde.
No Brasil, o modo de fazer a feijoada varia entre os estados. Alguns usam o feijão mulatinho ao invés do feijão preto, outros preferem o uso da carne fresca ao invés das carnes maturadas (carne seca, carne de sol e etc.) Criou-se no país uma cultura de se comer feijoada, e hoje é quase uma unanimidade entre as pessoas.

Fonte: https://www.petitgastro.com.br/a-historia-da-feijoada-e-sua-origem-de-berco-europeu/

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